Quando estudamos cuidadosamente as Escrituras, encontramos a revelação de que Deus criou o homem para conferir-lhe imortalidade, ou, em outras palavras, para viver eternamente. Mas este bem, lhe seria dado após um tempo de prova.
Como ser moral livre, isto é: dotado de livre, arbítrio, devia o homem demonstrar primeiro a disposição de obedecer ao seu Criador, de viver em harmonia com os santos princípios do governo divino. A imortalidade era, pois condicional.
Narrando os atos de Deus na criação do homem, o autor sagrado diz:
“Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e ocolocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.E lhe deu esta ordem: “De toda árvore do jardimcomerás livremente, mas da árvore do conhecimentodo bem e do mal não comerás; porque no dia em quedela comeres certamente morrerás.” Gênesis 2:15 a 17

O que o autor sagrado relata sobre a criação do homem confirma o que estamos dizendo. Lemos em Gênesis:
“Então formou o Senhor ao homem do pó da terra,e lhe soprou nas narinas o fôlego da vida,e o homem passou a ser alma vivente.”Gênesis 2:7
Como vemos, Deus empregou dois elementos: o pó da terra e o fôlego da vida. Ambos foram necessários para que o homem existisse. Podemos imaginar o corpo de Adão formado pelas mãos divinas: perfeito em cada detalhe.
“Seria porventura o mortal justo diante de Deus?” - Jó 4:17
O salmista escreveu:
“(...) Saibam as nações que não passam de mortais.”Salmo 9:20
A única vez que a palavra imortal é usada nas Escrituras é em referência a Deus. Se somente Deus possui imortalidade, segue-se que nós homens não a possuímos. Somos mortais.
Em todos esses casos nenhuma dessas palavras é acompanhada da expressão imortal. Isso seria estranho se de fato a alma, ou o espírito fosse imortal.
E este tratado ele afirma que o postulado da imortalidade vem de conceitos das religiões étnicas da índia, da Pérsia e do Egito. Esses conceitos foram abraçados por poetas da antiga Grécia, adeptos de variados cultos e religiões de mistério. Por fim eles foram fundidos por Platão, considerado o maior dos filósofos gregos numa complexa doutrina da imortalidade da alma, com distinção entre alma e corpo, e identificação da alma com a mente.
Essa crença passou depois a influenciar cristãos do norte da África, entre eles Tertuliano, de Cartágo; Orígenes, de Alexandria; e Agostinho, de Hipona. Por volta do ano 600 da nossa era a crença na imortalidade do homem provinda de Platão, havia se propagado entre os cristãos.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça,mas tenha a vida eterna.” - João 3:16
“Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos,ao ressoar a última trombeta. A trombeta soará,os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.”I Coríntios 15:51 e 54
Você deseja aceitar Jesus como Salvador e receber também a imortalidade? Abra então o seu coração e deixe Jesus habitar em você. Quem tem o Filho tem a vida.
Ore a Deus agora pedindo a Jesus que habite em você.











Espero não fazer alguém esperar tanto por mim até que fique esgotado, vá embora e deixe um lugar vazio em minha vida....







